sexta-feira, 17 de abril de 2026

Nossas Irmãs fundadoras comemoram 40 anos de chegada ao Brasil.









Após 16 anos em oração, Dom Adriano Hipólito realizou seu tão desejado sonho, que era ter em sua diocese Irmãs contemplativas para que rezassem pelo povo sofrido da Baixada. Ele dizia ser sumamente necessário que “a vida da Diocese fosse incrementada pela força que brota da oração silenciosa unida ao sacrifício de alguém que, aparentemente ausente, é presença constante diante da ‘Fonte’ em favor dos seus irmãos, irrigando, no silêncio do ‘Jardim Fechado’, o solo espiritual da Santa Igreja”.

Após muitos “nãos”, Dom Adriano recebeu o “sim” do Mosteiro Nossa Senhora da Piedade, na Ilha da Madeira, em Portugal. Vieram 6 irmãs; dentre elas, 2 voltaram, e permaneceram 4, que ainda hoje, com a graça de Deus, vivem em nosso meio. A chegada ao Brasil foi em 1986 e, enquanto o Mosteiro estava sendo construído, elas ficaram em uma casa provisória.


Hoje faz 40 anos da tão feliz chegada de nossas Irmãs em terras brasileiras. Hoje nos dão um grande testemunho de fidelidade e entrega, amor e doação.


Algumas dentre elas relatam o pensamento que tiveram: pensavam que seriam mártires devido à situação tão violenta da Baixada, sobretudo naquela época. Porém, Bendito seja o Senhor, que sempre nos guardou na paz e nos ajuda a manter esta grande obra que é o nosso Mosteiro na Diocese de Nova Iguaçu, tão desejado por nosso querido Bispo fundador, Dom Adriano Hipólito.


Nosso Mosteiro agradece toda a ajuda e apoio que tivemos até hoje dos nossos amigos e benfeitores, especialmente daqueles que, desde o princípio, estão conosco.


Agradecemos também hoje, de modo muito especial, por todo o cuidado e atenção que recebemos de nosso querido Bispo Dom Gilson e também de nosso querido Bispo emérito, Dom Luciano Bergamim.


Contamos também com vossas orações pelo nosso Mosteiro, nossa vocação e pelo precioso dom de novas vocações. 🙏💖


“Agradeço ao Doador da graça, do qual cremos que procedem toda dádiva boa e todo dom perfeito.” — Santa Clara de Assis











 

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Sexta Feira Santa / Paixão do Senhor


“Olha para Ele que por ti foi feito desprezível, e segue-O, tornando-te por amor d’Ele desprezível neste mundo.” - Santa Clara de Assis 


Que a Paixão de Cristo nos ensine a amar sem medida!! 🙏🏼❤️


Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos, porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo. ✝️ 







 

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sábado, 31 de janeiro de 2026

Ano Jubilar Franciscano

 Neste Ano Jubilar Franciscano, celebrado pelos 800 anos do trânsito de São Francisco de Assis, a Santa Sé concede aos fiéis a graça de lucrar a indulgência plenária em igrejas franciscanas. Em nossa capela, todos são convidados a viver este tempo de misericórdia e renovação espiritual.

O que é o Ano Jubilar Franciscano?

Proclamado pelo Papa Leão XIV, através de decreto da Penitenciaria Apostólica.

Celebra os 800 anos da morte de São Francisco de Assis (1226–2026).

É uma continuação espiritual do Jubileu Ordinário de 2025, oferecendo aos fiéis um tempo de conversão, paz e santificação.

Estende-se até 10 de janeiro de 2027.


 Indulgência Plenária

A indulgência plenária é o perdão completo das penas temporais dos pecados já confessados. Segundo o decreto da Santa Sé, pode ser lucrada pelos fiéis que:

Confessarem-se sacramentalmente 

Receberem a comunhão eucarística 

Rezarem nas intenções do Santo Padre 

Estiverem com o coração livre de apego ao pecado 

Além disso:

Pode ser obtida ao visitar uma igreja franciscana, capela ou santuário dedicado a São Francisco.

Idosos, doentes e pessoas impossibilitadas de sair de casa também podem receber a indulgência, unindo-se espiritualmente às celebrações.



Queridos irmãos e irmãs, nossa capela está aberta para acolher todos que desejam viver este tempo de graça. Aqui, diante do Senhor, poderão lucrar a indulgência plenária e experimentar a ternura infinita de Deus. Paz e Bem!Venham rezar conosco! Que este jubileu seja para cada coração um verdadeiro renascer na fé, seguindo os passos de São Francisco, que nos conduz sempre ao Cristo pobre e crucificado.